
— Os dados são alarmantes. No último ano, 3,7 milhões de brasileiras sofreram violência dentro de casa. Registramos uma média covarde de 187 estupros por dia e o maior número de feminicídios da nossa história: quase 1,5 mil vidas perdidas. Não é apenas estatística; é sintoma de um país onde a impunidade ainda impera e o criminoso se sente seguro para ameaçar. A tolerância tem que ser zero. É inegociável. Leis implacáveis e punição exemplar para quem atenta contra a vida — disse.
No mesmo discurso, o senador também comentou os números do programa Bolsa Família. Na opinião do parlamentar, o modelo de assistência social no país precisa ser revisto. Ele citou dados publicados pelo jornal O Estado de S. Paulo.
— Segundo os números oficiais, inclusive um levantamento do Estadão, o Brasil tem hoje cerca de 20 milhões de famílias recebendo o Bolsa Família — afirmou.
Para ele, os números deveriam provocar uma reflexão sobre a priorização de políticas voltadas à geração de emprego e renda.
— Nenhum país forte se sustenta quando o número de dependentes de programas sociais cresce mais rápido do que o número de pessoas inseridas no mercado de trabalho — disse.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)



