A CPI do Crime Organizado ouviu o ex-governador de Mato Grosso e ex-senador Pedro Taques, que advoga para sindicatos de servidores públicos estaduais. Ele denunciou que instituições financeiras, possivelmente vinculadas ao Banco Master, enganavam servidores na concessão de empréstimos consignados. Taques disse que a elevada margem dos empréstimos (até 60% dos salários) e os altos juros provocaram o superendividamento desses servidores. O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apontou semelhanças com ilícitos revelados pela CPMI do INSS.



